" Decidido o ponto final, inauguradas as reticências, aberto então às exclamações "
Hoje tudo pode parecer pequeno, em diversas situações. Até mesmo em ambiguidades desiguais ou metamorfoses paradoxais, porém, basta, para expor e declarar o necessariamente essencial. Não olvido nem desfaço da frase que exprime o que descobri, compreendi e assimilei: " É na mistura da razão da cabeça com a sensibilidade do coração que se encontram, o meu equilíbrio sensato e a minha insanidade desvairada, e entre eles sempre tem a minha relevante tranquilidade! " Porfiando. Das palavras às decisões, dos actos aos desejos, das formas às cores, do que é ao que foi ou ao que ainda será. Um ponto final, sim, foi apenas do que careci para desligar-me, desprender-me, desinteressar-me de um passado pesaroso e nocivo, abrindo portas e janelas, para enfim, deixar entrar um novo ar, renovado. Um recomeço, um novo respirar, um sentido de 'viver de verdade', cada vez mais próximo. Acredito em mim, no ser, no universo e naquilo que está e é para mim. As sementes sou eu que as planto, a crescença e cultivo das mesmas a mim me compete, e os frutos é a vida que mos dá, provindo indubitavelmente das minhas acções. Se o cinzento me rodeia e eu busco o cor-de-rosa, o roxo é a minha estabilidade harmoniosa, e é nele que me encontro e me mostro sempre, porque é a minha essência. Do preto ao salmão a jornada ainda é longa, mas a cada degrau, sinto-a mais prazerosa. Aprendi, cresci, lutei, agora quero mais, e sempre vou querer. Porque sejamos sinceros, por mais que tenhamos nunca parece satisfatório, somos insaciáveis, desejamos continuamente algo ascendente, sem descurar da valia daquilo que já desfrutamos. E com franqueza admitamos, a vida sabe tão melhor assim. Sentir-me viva é saber-me em demanda de algo maior do que tenho, mas dou valor, e sou grata, ao que por ora me preenche. O Sonho e a realidade, são duas considerações, deveras cruciais, que se misturam, se encontram, completam, desde ao realizar de um até ao desabrochar do outro. Portanto, entendo-me assim, sonhar é viver e viver é realizar. Entre vírgulas, reticências e pontos finais, eu pretendo a minha almejada exclamação porque de interrogações já sou moldada. Paciência, benevolência... Relaxo, eu sei esperar.
Hoje tudo pode parecer pequeno, em diversas situações. Até mesmo em ambiguidades desiguais ou metamorfoses paradoxais, porém, basta, para expor e declarar o necessariamente essencial. Não olvido nem desfaço da frase que exprime o que descobri, compreendi e assimilei: " É na mistura da razão da cabeça com a sensibilidade do coração que se encontram, o meu equilíbrio sensato e a minha insanidade desvairada, e entre eles sempre tem a minha relevante tranquilidade! " Porfiando. Das palavras às decisões, dos actos aos desejos, das formas às cores, do que é ao que foi ou ao que ainda será. Um ponto final, sim, foi apenas do que careci para desligar-me, desprender-me, desinteressar-me de um passado pesaroso e nocivo, abrindo portas e janelas, para enfim, deixar entrar um novo ar, renovado. Um recomeço, um novo respirar, um sentido de 'viver de verdade', cada vez mais próximo. Acredito em mim, no ser, no universo e naquilo que está e é para mim. As sementes sou eu que as planto, a crescença e cultivo das mesmas a mim me compete, e os frutos é a vida que mos dá, provindo indubitavelmente das minhas acções. Se o cinzento me rodeia e eu busco o cor-de-rosa, o roxo é a minha estabilidade harmoniosa, e é nele que me encontro e me mostro sempre, porque é a minha essência. Do preto ao salmão a jornada ainda é longa, mas a cada degrau, sinto-a mais prazerosa. Aprendi, cresci, lutei, agora quero mais, e sempre vou querer. Porque sejamos sinceros, por mais que tenhamos nunca parece satisfatório, somos insaciáveis, desejamos continuamente algo ascendente, sem descurar da valia daquilo que já desfrutamos. E com franqueza admitamos, a vida sabe tão melhor assim. Sentir-me viva é saber-me em demanda de algo maior do que tenho, mas dou valor, e sou grata, ao que por ora me preenche. O Sonho e a realidade, são duas considerações, deveras cruciais, que se misturam, se encontram, completam, desde ao realizar de um até ao desabrochar do outro. Portanto, entendo-me assim, sonhar é viver e viver é realizar. Entre vírgulas, reticências e pontos finais, eu pretendo a minha almejada exclamação porque de interrogações já sou moldada. Paciência, benevolência... Relaxo, eu sei esperar.
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